Rota da Judiaria - Testemunhos do encontro entre culturas

Descrição

Plano de viagem

Foi entre os séculos V e XV que a comunidade judaica sefardita se estabeleceu em Portugal, contribuindo para a cultura portuguesa ao longo desse tempo. Protegidos pelos monarcas, muitos dos seus membros, entre os quais se encontravam filósofos, humanistas, cientistas e mercadores, participaram ativamente em vários momentos importantes da História portuguesa, entre os quais se destacam os contributos financeiros e científicos durante a época dos Descobrimentos. De referir o grande matemático e cosmógrafo do séc. XVI, Pedro Nunes, criador do Nónio, um instrumento de navegação.
+ Primeiro dia > Lisboa

+ Segundo dia > Lisboa - Tomar

+ Terceiro dia > Tomar - Castelo de Vide - Marvão

+ Quarto dia > Marvão - Belmonte - Caria

+ Quinto dia > Caria - Trancoso - Castelo Rodrigo - Caria

+ Sexto dia > Caria - Porto

+ Sétimo dia > Porto

Itnerário

 

Primeiro dia


Lisboa


Lisboa, onde foi fundada a Grande Sinagoga, em 1307, encontra no Museu Arqueológico do Carmo uma das mais antigas inscrições portuguesas em hebraico, a Pedra de Monchique, proveniente da Judiaria do Porto.

Rossio, a sede da Inquisição
Visita a Lisboa: Alfama, zona mais antiga de Lisboa, até a “Rua da Judiaria” no antigo bairro Judaico, com as suas estreitas ruas; visita à Praça do Comércio, onde os temidos “Auto-de-fé” da Inquisição ocorreram. Visita à Sinagoga Shaare Tikava.

 

Segundo dia


Lisboa
Tomar


Tomar berço da ordem Templária
Visita ao Convento de Cristo, a maior e mais preciosa obra do Renascimento em Portugal, que mereceu a classificação de Património Mundial pela UNESCO.

Tomar preserva ainda um interessante testemunho da religião hebraica, a Sinagoga de Tomar, que atualmente serve de sede ao museu Luso-Hebraico de Abraão Zacuto.

Alojamento em Tomar: Hotel dos Templários
 
Terceiro dia


Tomar
Castelo de Vide
Marvão


Castelo de Vide – Vila Medieval e Judaica
O estabelecimento da Inquisição e a publicação do edito de expulsão dos Judeus de Espanha pelos reis católicos D. Fernando e D.ª Isabel, contribuíram para o crescimento da judiaria de Castelo de Vide que mantém na toponímia das suas ruas o testemunho da presença Judaica, mas também o da perseguição do Santo Oficio aos cristãos novos.

Marvão - Terra de Histórias e Lendas
Do alto da torre de menagem do Castelo de Marvão pode murmurar-se, como diz Saramago, “Que grande é o Mundo (…) de Marvão vê-se a terra quase toda: para os lados de Espanha (…) a norte, estando límpida a atmosfera, a última sombra de azul é a Serra da Estrela (…)”.

Alojamento em Marvão
Tertúlia: Tema “ A vida de Garcia de Orta “
 
Quarto dia


Marvão
Belmonte
Caria


Visita à vila – Marcas Cruciformes

Comunidade Judaica de Belmonte
É a única comunidade peninsular herdeira legítima da antiga presença histórica dos judeus sefarditas. Durante toda a época da Inquisição, conseguiu preservar muitos dos ritos, orações e relações sociais. Visita à Sinagoga e ao Museu Judaico; lojas de produtos Kosher

Alojamento em Caria – Passado de Pedra
Tertúlia: Tema “Vida de Ribeiro Sanches“

  

Quinto dia


Caria
Trancoso
Castelo Rodrigo
Caria


Visita à Vila de Caria – Marcas Cruciformes

A presença da comunidade judaica em Trancoso é anterior ao reinado de D.Pedro I.Contudo, foi este monarca que concedeu, em 1364, a judiaria apartada, localizada na rua da metade da ”vila onde sempre tinham vivido” (LIPINER, 1996:29).

Trancoso – visita Centro interpretativo “Isaac Cardoso”

Castelo Rodrigo – Tertúlia sobre a vida de “Isaac Cardoso”

Alojamento em Caria: Passado de Pedra
Tertúlia – sobre Samuel Schwarz
Visualização do filme de Inácio Steinhardt: Sobre a comunidade Judaica de Belmonte.

  

Sexto dia


Caria
Porto


Judiaria do Olival
Na cidade do Porto existiram pelo menos três judiarias: a Judiaria Velha, do Castelo e de Monchique. Com o tempo, a Judiaria de Monchique tornou-se demasiado pequena para a sua população, e os judeus começaram a expandir-se para fora do recinto da judiaria, situação que provocou diversos conflitos. Perante essa situação, em 1386, o rei D. João I deu ordens à Câmara do Porto para que designasse um lugar mais amplo para habitação dos judeus da cidade. O terreno encontrado foi uma zona de olival, foi assim formada a Judiaria do Olival.

Alojamento Porto: Eurostar das Artes

 

Sétimo dia


Porto


Visita à Cidade - Caves do vinho do Porto
Regresso a Lisboa









O programa inclui: Alojamento

O Programa não inclui: Entradas em Museus, Tertúlias, Refeições
Transporte (pode ser facultado, preço sob consulta)